Audi A7: conceito cupê e uma combinação de personalidades





Audi A7: conceito cupê e uma combinação de personalidades

Ele bebeu da fonte da juventude e, agora, traz uma beleza mais profunda

Fotos: Divulgação | Texto: Joe Lorio | Adaptação web Renê Saba

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Desde o seu lançamento no início desta década, o Audi A7 trouxe credibilidade para o conceito cupê de quatro portas graças à combinação vitoriosa de refinamento luxuoso e personalidade esportiva em um pacote visual elegante. Dando continuidade à sua carreira, o A7 ficou ainda mais bonito mas as maiores mudanças aconteceram sob sua carroceria.

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As dimensões são praticamente as mesmas do carro anterior, mas o design emprega mais linhas duras e ângulos vivos. O modelo é novamente um hatchback, e a borda da tampa traseira é um spoiler que se levanta a 120 km/h. Flanqueando a grade mais baixa e mais hexagonal, o Audi A7 oferece três setups diferentes de faróis: LED convencional, matriz de LED e matriz LED com facho alto de laser. As lanternas atraseiras consistem em unidades de 13 elementos em cada lado, conectadas por uma faixa central de LED. Os piscas dianteiros e traseiros iluminam sequencialmente e, quando o carro é trancado ou destrancado, as luzes desempenham uma coreografia um tanto reluzente.

O A7 compartilha sua arquitetura com o A8 2019 e com a próxima geração do A6, embora os modelos abaixo do A8 tenham bem menos alumínio em sua composição final. Os destaques da plataforma incluem um sistema híbrido de 48 volts, maior capacidade de condução autônoma e uma interface redesenhada para o sistema multimídia. Por aqui o A7 será oferecido em uma única configuração, com um V6 3.0 turbo de 345 cv que substitui o antigo V6 supercharged de mesma potência e deslocamento. Ele é pareado com o câmbio S tronic de sete marchas e embreagem dupla, em vez do automático de oito marchas usado anteriormente, e o sistema de tração integral Quattro é item de série.

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Na estrada o Audi A7 combina polidez e desempenho com habilidade. As trocas do câmbio com aceleração leve são imperceptíveis – em parte devido ao silêncio do motor – e seu comportamento de baixa velocidade é suave o bastante para se passar por um automático com conversor de torque. Mesmo assim ele é rápido para reduzir quando requisitado. O torque máximo do motor turbo aparece mais de 1.500 rpm mais cedo que no modelo antigo, e chega a 50,9 kgfm (ante os 44,8 kgfm do antecessor), ficando disponível entre 1.370 rpm e 4.500 rpm. O musculoso V6 move com eficiência este novo A7 (que é 68 kg mais leve), e o lag do turbo é mínimo — se não inexistente.

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