Testamos o Ford Mustang GT, o esportivo que rompeu o vício do mercado





Testamos o Ford Mustang GT, o esportivo que rompeu o vício do mercado

Confira o teste completo do novo Ford Mustang GT na edição 124 da Car and Driver

Fotos: Divulgação | Texto: João Anacleto | Adaptação web Renê Saba

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A saga se inicia com a agressividade esperada de uma lenda. Mais do que isso, ele rompe com a dinastia de lançamentos de SUVs que sempre irrompem nossas páginas. A versão importada para o Brasil é a mais completa que um americano pode comprar. O Ford Mustang GT Premium, 5.0 V8, com o pacote performance custa R$ 299.990 e no primeiro mês de vendas aproximou-se de 250 novos compradores na pré-venda, o que hoje é o dobro do que vendem todos os esportivos juntos. Incluindo aí o Chevrolet Camaro, seu eterno rival, que sai por R$ 310 mil. Em tempo: nos Estados Unidos o Mustang GT com esse pacote sai por US$ 51.365, ou R$ 169.500 na conversão direta.

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Representante da sexta geração do carro, o Ford Mustang 2018 passou por reestilização no ano passado, contudo permanece sobre mesma plataforma do carro lançado em 2015. As mudanças se concentraram especialmente na dianteira, e na terra do tio Sam ele passou a figurar no grupo do ame-ou-odeie. Muitos entusiastas acharam que a nova dianteira, com linhas mais horizontais na grade e nas estradas de ar arredondaram demais o muscle car. Em comparação com o modelo 2017, ele ficou mesmo mais próximo do Fusion do que do antecessor.

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Quanto à mecânica, aposentou as versões V6 (além do 5.0 V8, ainda há um 4 cilindros, 2.3 litros, Ecoboost de 314 cv) e recebeu novo câmbio automático de 10 marchas, feito em parceria com a Chevrolet, que em breve deve estar também no Camaro. As outras mudanças se concentram no entretenimento à bordo, que abordarei mais adiante. Sob o capô o 5.0 V8 Coyote urra 466 cv e mais 58,1 mkgf de torque. Para chegar a uma cavalaria tão elevada, e sem fazer uso de esteróides como turbos e compressores, a Ford equipou pela primeira vez na sua história um V8 com duplo comando variável de válvulas e dois tipos de injeção, direta e indireta, de combustível.

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Isso permite que ele duele de igual para igual com carros como Dodge Challenger SRT, e seu 6.4 V8 de 470 cv e Chevrolet Camaro, que tira 461 cv do 6.2 V8. Segundo a Ford, um motor de litragem maior como o dos rivais impediria que ele tivesse design tão equilibrado: um capô mais alto seria como um sutiã meia taça dentro de um top de lycra. Mas isso só pode ser comprovado quando você anda com o Mustang na pista. E foi isso o que a gente fez no autódromo Vello Cità, no interior de São Paulo, antes de levar o Mustang para nossa pista de testes.

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