Opala 50 anos: relembre a história do ícone brasileiro





Opala 50 anos: relembre a história do ícone brasileiro

Standard, Comodoro e Diplomata, relembre todas as versões do clássico

Fotos: Bruno Guerreiro | Texto: Renê Saba

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Sir Stirling Moss e oito misses brasileiras eram os anfitriões do estande da Chevrolet no Salão do Automóvel de 1968. Girando sob os holofotes da sexta edição da exposição está um futuro ícone, o Chevrolet Opala. Há exatos 45 anos o Brasil conheceu o primeiro carro de passeio da GM fabricado no País. Relembre as versões do icônico brasileiro. 

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Standard/Luxo - 1968

O famoso carro da Chevrolet chegou em duas versões: standard e luxo. A primeira, mais simples perante a segunda. Foi a primeira geração marcada por faróis redondos, lanternas quadradas. Foi também a primeira versão com motor quatro cilindros 2.5 litros, ou seis cilindros, escoltadas por um câmbio de três marchas embutidas na coluna do volante. Existia também teto em vinil e freios a disco. 

Gran Luxo - 1971

A versão lançada no ano de 1971 era posicionada como a topo de linha da gama. O nome já dizia por sí só, eram detalhes requintados para todos os cantos. O motorista podia optar pela versão coupé ou sedan, duas opções de motor: 2.5 com quatro cilindros ou 3.8 com seis cilindros, que foram substituídos pelo famoso e beberrão motor 4.1. Havia também câmbio no assoalho com quatro marchas, volante três raios e faixas esportivas.

Comodoro - 1975

Foi a primeira versão a oferecer ao motorista o clássico design com os faróis arredondados, detalhes em jacarandá, teto Las Vegas na versão cupê, listra na linha de cintura e etc. Ficou posicionada como topo de linha no lugar da versão Gran Luxo, e depois intermediária após o lançamento do modelo Diplomata.

Caravan - 1975

Foi lançada no mesmo ano que a versão Comodoro. Era equipada com apenas duas portas, e tinha as mesmas configurações mecânicas que o Chevrolet Opala. Foi desenvolvida a partir da station wagon do Opel Rekord. 

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Diplomata - 1980

Foi nesta versão que o clássico estreou os faróis quadrados e as famosas lanternas retangulares. No interior, o motorista se deparava com um belo volante quadriculado munido de direção hidráulica, ar-condicionado, antena, desembaçador traseiro e acabamento interior em curvim de série. 

SL/E, SL e SE - 1988

O modelo cupê foi extinto, abrindo portas para a versão sedã e a Caravan receber um novo modelo de entrada batizado de SL. O nome Comodoro foi utlizado para batizar a versão intermediária SL/E e, claro, o modelo Diplomata SE, topo de linha da gama. As principais mudanças do exemplar anterior foram a inclusão de faróis trapezoidais, lanternas traseiras coloridas, grade prateada e uma nova disposição de luzes e apliques na seção central. 

Câmbio de 5 marchas - 1991

Neste ano foi realizado o último facelift do Chevrolet Opala, e não passou despercebido. A reestilização foi a responsável por incluir câmbio com cinco marchas para escoltar o motor 6 cilindros, rodas de liga-leve e faróis octavados.

Artefato de colecionador - 1992

Nos seus últimos suspiros de fabricação, a Chevrolet resolveu lançar uma edição de despedida, que contava com apenas 100 unidades fabricadas nas cores preto, vermelho e azul. Dentro do pacote, o motorista era premiado com uma caneta, chaveiros estilizados, uma carta de apresentação, uma revista temática e uma fita VHS que contava a história do modelo. 

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