Polêmica com o halo e ausência de brasileiros marcam o retorno da Fórmula 1





Polêmica com o halo e ausência de brasileiros marcam o retorno da Fórmula 1

A Fórmula 1 volta com os roncos mais famosos do mundo no próximo domingo (25), em Melbourne, na Austrália

Fotos: Divulgação/Mercedes-Benz | Texto: Redação | Adaptação web Renê Saba

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Lewis Hamilton penta? O campeão mais jovem da F1? Ferrari de volta ao topo? McLaren vai andar com motor Renault? Nenhum desses temas dominou mais os bastidores da Fórmula 1 quanto o controverso halo, o dispositivo de segurança perto do cockpit. Esteticamente não agradou. Toto Wolf, chefão da equipe Mercedes disse antes da pré-temporada que se pudesse cortaria a peça fora com uma motoserra. Para os pilotos, indiferente. Fato é que quando os carros largarem na primeira etapa em Melbourne, na Austrália, não teremos um brasileiro no grid. Fato que não acontecia desde 1970.

Além do halo

O Brasil está presente no grid da Fórmula 1 desde o ano de 1970 quando Emerson Fittipaldi foi para a inglesa Lotus. Desde então, 30 pilotos brasileiros representaram o país na categoria do automobilismo. O último brasileiro a competir na Fórmula-1 foi Felipe Massa, que se aposentou da categoria após o término da temporada passada. 

Com o anúncio do piloto, uma curiosidade não muito animadora chega aos brasileiros. Em 2018 será a primeira vez em quase meio século - mais precisamente em 48 anos - que o país vai para a competição sem nenhum representante de sua bandeira.  O Brasil estreou na Fórmula 1 na década de 50 pelas mãos de Chico Landi, que fez seis corridas entre 1951 e 1956. Nomes como Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna e Rubens Barrichello fizeram parte da história brasileira na categoria. 

 



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